você tem sentido que está difícil ser feliz com pouco e na simplicidade, sugiro que faça este exercício com imagens mentais todos os dias, ao acordar, por 7 dias.

Simplicidade

Olhe para ela que está estampada ao lado do texto. E perceba o quanto esta carta expressa por si só, sem ser preciso que falemos muito dela.

Um ser caminha pela natureza colhendo flores e nos remete à sensação do quanto o simples é belo. Tão simples que nos esquecemos de agradecer e contemplar a beleza que existe em pequenos gestos como colher uma flor, remover de um vaso as ervas daninhas, sentir o cheiro da terra ao receber a água que umedece e alimenta o solo.

Na verdade, não é preciso que nada extraordinário nos aconteça para que haja união e integração dentro do nosso ser. Uma ação feita com amor e carinho pode nutrir profundamente nossa alma.

Vamos ler juntos o que o autor diz à pessoa que tirou esta carta:

“Neste momento, você passa por um período em que esta maneira cordata, natural e extremamente simples de encarar as situações que se apresentam trará resultados muito melhores do que qualquer tentativa de ser brilhante, perspicaz ou, de alguma forma, extraordinário. Deixe de lado toda pretensão de fazer alarde quanto a ter inventado mais alguma coisa útil, ou a vaidade de encantar seus amigos e colegas com seu talento de prima-dona. A contribuição especial que você tem para oferecer neste momento será maior se você encarar as coisas sem resistência e com simplicidade, um passo de cada vez”.

Se a descrição desta carta tocou seu coração e você tem sentido que está difícil ser feliz com pouco e na simplicidade, sugiro que faça este exercício com imagens mentais todos os dias, ao acordar, por 7 dias.

Lembre-se que deverá estar sentado, pés firmemente apoiados no chão, mãos sobre as pernas com as palmas viradas para dentro e com os olhos fechados; respire calmamente três vezes, lembrando-se que a intenção deste exercício é devolver a agradável sensação da Simplicidade.

E veja, sinta, perceba-se sentado num banco que está sobre uma relva macia e verdejante. Respire profundamente e quando soltar o ar imagine que sai pelo topo de sua cabeça uma camada fina de toda a sua pele. Ela se esvai e desaparece no ar. É a sua pele do orgulho que se foi. Respire mais uma vez e ao expirar sinta que uma outra pele fininha sai pelo topo da sua cabeça e se dilui no Universo: é a sua pele da vaidade. Respire mais uma vez e ao expirar imagine saindo pelo topo de sua cabeça uma outra pele fininha de todo o seu corpo. É a pele da prepotência que se desmancha ao vento.

Agora que está livre daquilo que embaça seu verdadeiro ser, entre em contato com o que há de mais verdadeiro e simples dentro de você. E sentindo que ao fazer este exercício lava sua alma e traz de volta sua verdadeira essência, respire e abra os olhos.

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